Análise: Canindé aposta na velocidade em partida que garantiu o CSA na final

Vitória sobre o ASA coloca o Azulão nas Copas do Brasil e do Nordeste de 2018

Publicada em 24/04/2017 às 23:19 - Atualizada em 24/04/2017 23:24
GloboEsporte.com
  
Formação tática do CSA no duelo contra o ASA (Foto: Arte/GloboEsporte.com) Formação tática do CSA no duelo contra o ASA (Foto: Arte/GloboEsporte.com)

O CSA precisava da vitória para chegar na final do Campeonato Alagoano. Para avançar, tinha que derrubar a invencibilidade do ASA, em casa, que durava 20 partidas. A solução adotada pelo técnico Oliveira Canindé foi jogar sem centroavante e apostar no ataque rápido. E as escolhas deram certo: o time foi melhor e terminou o primeiro tempo ganhando por 1 a 0.

Os centroavantes não estão convencendo nos jogos anteriores e a saída escolhida foi formar o ataque com Vanger e Thiago Potiguar. Quando o time tinha a bola, Potiguar era o mais avançado e corria por dentro, enquanto que Vanger atacava pelo lado direito. Thiago Potiguar foi um dos destaques na etapa inical. Ele sofreu a falta que resultou no gol de falta de Rafinha, logo aos seis minutos. Além da falta, o camisa 9 teve algumas oportunidades de balançar as redes. Aos 17 do segundo tempo, Thiago foi expulso após discutir com Mazinho, do ASA.

Quando o CSA não tinha a bola, Daniel Costa jogava adiantado e Potiguar recuava para ajudar na marcação. No segundo tempo, o ASA foi para cima. Canindé respondeu com a entrada do lateral-esquerdo Rayro no lugar do meia Daniel Costa. Rayro fechava o meio e fazia a dobra com Rafinha. Com as chegadas do ASA pelas laterais, Rafinha e Celsinho tiveram pouca participação ofensiva, mas foram essenciais na defesa.

O segundo gol nasceu após desarme do volante Dawhan na metade do campo. O volante tomou a bola e tocou para Didira. O camisa 19 deu para Everton Heleno, que correu, passou por dois marcadores e abriu para Rayro na esquerda, o lateral percebeu a saída do goleiro Luís Cetin e tocou para Didira, de carrinho, marcar o segundo gol do Azulão do Mutange.

Mesmo expulso, Thiago Potiguar foi um dos destaques do CSA contra o ASA (Foto: Alisson Frazão / Ascom CSA)

Com tantas bolas jogadas na área, o time azulino soube se defender pelo alto. Quando os zagueiros Thales, Leandro Souza e Douglas Marques não tiravam, o goleiro Mota saia para salvar a equipe. O camisa 1 defendeu até pênalti, isso aos 30 minutos do segundo tempo. Além da defesa na penalidade, Mota teve outras participações importantes.

No primeiro jogo da final, o CSA não vai contar com Mota e Thiago Potiguar, que estão suspensos. Sem Potiguar, Canindé pode optar pela volta do centroavante, seja Jacó ou Jeam. No gol, Jeferson deve assumir a vaga. O elenco azulino folgou nesta segunda-feira e se reapresenta terça-feira pela tarde. CRB e CSA se enfrentam no domingo, às 16h, no Estádio Rei Pelé.

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