Ex-BBB Emilly vai à Polícia depor em caso de suposta agressão de Marcos

Ex-BBB foi à Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), no bairro de Jacarepaguá, na manhã desta segunda, 17.

Publicada em 18/04/2017 às 07:24
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Emilly Araújo (Foto: Marcello Sá Barreto/Ag.News) Emilly Araújo (Foto: Marcello Sá Barreto/Ag.News)

A ex-BBB Emilly Araújo compareceu nesta segunda-feira, 17, à Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), no bairro de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. A vencedora da 17ª edição do reality show foi depor sobre a suposta agressão que teria sofrido de Marcos Harter durante o programa.

Marcos Harter também prestou depoimento

Marcos Harter foi ouvido pela Polícia na quarta-feira, 12. Ele deixou a Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM), no bairro de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, por volta das 14h acompanhado por segurançae e - assim como fez na chegada, também não falou com a imprensa.

Suas explicações foram ouvidas pela delegada-titular Viviane Costa Ferreira. "Quando a Polícia Civil tomou ciência de um possível delito de violência doméstica, analisamos alguns momentos e vimos que havia indícios de lesão corporal e abrimos um inquérito", disse a delegacia aos repórteres, após a saída de Marcos. "Quando o delegado de polícia toma conhecimento, tem obrigação de apurar. Fiz a diligência na emissora na segunda-feira com o fim de angariar provas. Naquele momento, foram solicitadas imagens de câmeras e foram feitos convites para Emilly e Marcos comparecerem à delegacia", explicou ela.

"Gostaria de deixar claro que a decisão de eliminar Marcos do programa foi unilateralmente feita pela emissora. A Polícia Civil não tem ligação com essa decisão. O próximo passo será a análise das imagens e, assim que for concluído o inquérito, vocês terão mais declarações", explicou Viviane Costa Ferreira.

"Ainda estamos investigando a questão da violência doméstica. Se for provado, de um modo geral, a pena é de 1 a 3 anos. Quero deixar claro o quanto é importante falarmos sobre o tema. Muitas mulheres se sentem culpadas, acham que a culpa é delas. Digo sempre para as mulheres denunciarem. A gente tem que interromper", falou.

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